Mostrando postagens com marcador LEILOEIRO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador LEILOEIRO. Mostrar todas as postagens

LEILÕES JUDICIAIS SERRANO

VISITA AO LEILÃO SERRANO



Visitamos, eu, Ismê Lucas e a minha sócia Marta Lopes dia 28 e 29/01/2014 a sede em Maringa dos Leilões Judiciais Serrano, que tem 25 escritórios em 22 Estados, um exemplo de empreendedorismo em termos de Franquia dos Leilões Judiciais, dos Diretores Fernando Serrano e sua sócia Leonice Fixer.

Aproveitamos para agradecer toda a recepção, gentilezas, acolhimento de todos os funcionários e amigos da família Serrano, composta de 130 funcionários , que nos mostraram cada departamento, todos os aspectos e funções de cada um, trabalhando em sincronia, num ambiente, descontraído, bonito, com alta tecnologia, com almoço, café, sucos, chas, para todos os funcionários.

QUANDO DAR O LANCE EM UM LEILÃO?


Comprar um imóvel em leilão pode ser um bom negócio e gerar economia, mas requer muitos cuidados, veja quais são eles; modalidade é ideal para quem tem dinheiro guardado e paciência


Os leilões de imóveis podem encurtar o caminho entre o sonho e a compra da casa própria que, nesses casos, pode sair mais barata do que os preços praticados no mercado. Mas há vários aspectos que devem ser analisados para evitar transtornos, ainda mais para quem nunca comprou em leilões.

A advogada especialista no ramo imobiliário Thaissa Figueiredo lembra que, em alguns casos, os imóveis que vão para leilão são "tomados" de seus proprietários por causa de dívidas. Por essa razão, a maioria deles vem cercada de ônus, muitas vezes inesperados pelos arrematadores. "Podem ser dívidas de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), imóveis ocupados pelos antigos proprietários, estado de conservação imperfeito, entre outras situações", exemplifica a advogada.

Ela orienta os interessados a ler todo o edital referente ao leilão do imóvel desejado. É nesse documento que estão informações importantes sobre o imóvel, como a existência de ônus na matrícula do bem, assim como as formas de pagamentos e a possibilidade de parcelamento.

O próximo passo é visitar o imóvel para verificar o estado de conservação e conferir se permanece ocupado – neste caso, se o imóvel for arrematado é preciso demanda judicial para pedir a desocupação. "Ao arrematar o bem, ganha-se uma carta de arrematação, o que dá direito ao arrematante de solicitar a desocupação, entretanto, pode haver resistência. Assim como se a conservação não estiver boa, os gastos com reforma podem fazer a compra não valer a pena", diz Thaissa.